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The Corporate Governance of Privately Controlled Brazilian Firms (A Governança Corporativa Das Empresas Brasileiras Com Controle Privado Nacional)

44 Pages Posted: 27 Dec 2009  

Bernard S. Black

Northwestern University - Pritzker School of Law; Northwestern University - Kellogg School of Management; European Corporate Governance Institute (ECGI)

Antonio Gledson De Carvalho

Fundacao Getulio Vargas School of Business at Sao Paulo

Érica Gorga

Yale University - Center for the Study of Corporate Law; São Paulo Law School of Fundação Getulio Vargas FGV DIREITO SP

Date Written: September 1, 2009

Abstract

We provide an overview of the corporate governance practices of Brazilian public companies, based primarily on an extensive 2005 survey of 116 companies. We focus on the 88 responding Brazilian private firms which are not majority owned by the state or a foreign company. We identify areas where Brazilian corporate governance is relatively strong and weak. Board independence is an area of weakness: The boards of most Brazilian private firms are comprised entirely or almost entirely of insiders or representatives of the controlling family or group. Many firms have zero independent directors. At the same time, minority shareholders have legal rights to representation on the boards of many firms, and this representation is reasonably common. Financial disclosure lags behind world standards. Only a minority of firms provide a statement of cash flows or consolidated financial statements. However, many provide English language financial statements, and an English language version of their website. Audit committees are uncommon, but many Brazilian firms use an alternate approach to ensuring financial statement accuracy – establishing a fiscal board. A minority of firms provide takeout rights to minority shareholders on a sale of control. Controlling shareholders often use shareholders agreements to ensure control.

Este artigo apresenta um panorama das práticas de governança corporativa no Brasil, baseado em um extenso levantamento feito no ano de 2005 com 88 empresas com controle privado nacional. Identificamos áreas onde a governança corporativa no Brasil é relativamente forte ou fraca. Os conselhos de administração da maioria das empresas privadas brasileiras são compostos totalmente ou quase totalmente por membros ou representantes da família ou grupo controlador. Muitas empresas não têm nenhum conselheiro independente. Ao mesmo tempo, acionistas minoritários têm direitos legais de representação no conselho de administração de muitas empresas e tal representação é razoavelmente comum. Divulgações de informações financeiras estão aquém dos padrões internacionais. Apenas algumas empresas fornecem informações sobre os fluxos de caixa ou demonstrações financeiras consolidadas. Entretanto, muitas empresas fornecem suas demonstrações financeiras em inglês em suas páginas de internet. Comitês de auditoria não são comuns, porém muitas empresas brasileiras buscam uma alternativa para assegurar a precisão das demonstrações financeiras, por meio da criação de um conselho fiscal. Uma pequena parte fornece direitos de proteção para os acionistas minoritários em uma venda de controle da empresa. Os acionistas que detém o controle da empresa costumam utilizar os acordos de acionistas para garantir o controle.

This document is in Portuguese. The English language version is available at http://ssrn.com/abstract=1003059
For a shorter English version, intended for a non-Brazilian audience, see Black, de Carvalho and Gorga, Corporate Governance in Brazil, Emerging Markets Review, vol. 10, (2009) (nearly final version available at http://ssrn.com/abstract=1152454)

Notes: Downloadable document is in Portuguese.

Keywords: Brazil, corporate governance, boards of directors, minority shareholders

JEL Classification: G18, G30, G34, G39, K22, K29

Suggested Citation

Black, Bernard S. and De Carvalho, Antonio Gledson and Gorga, Érica, The Corporate Governance of Privately Controlled Brazilian Firms (A Governança Corporativa Das Empresas Brasileiras Com Controle Privado Nacional) (September 1, 2009). Cornell Legal Studies Research Paper No. 08-014; ECGI - Finance Working Paper No. 206/2008; Northwestern Law & Econ Research Paper No. 09-19; U of Texas Law, Law and Econ Research Paper No. 109. Available at SSRN: https://ssrn.com/abstract=1528183 or http://dx.doi.org/10.2139/ssrn.1528183

Bernard Black (Contact Author)

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Northwestern University - Kellogg School of Management

2001 Sheridan Road
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847-491-5049 (Phone)

European Corporate Governance Institute (ECGI)

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Antonio Gledson De Carvalho

Fundacao Getulio Vargas School of Business at Sao Paulo ( email )

R. Itapeva, 474 - 7o. andar
Sao Paulo 01313-902
Brazil
+5511 3281-7767 (Phone)

Érica Gorga

São Paulo Law School of Fundação Getulio Vargas FGV DIREITO SP ( email )

R. Rocha, 233, Bela Vista
São Paulo, 01330-000
Brazil

Yale University - Center for the Study of Corporate Law ( email )

127 Wall Street
New Haven, CT 06511
United States
203-988-6500 (Phone)

HOME PAGE: http://www.law.yale.edu/faculty/EGorga.htm

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